As mulheres têm demarcado mundialmente o protagonismo na resistência ao conservadorismo e aos levantes golpistas. No Brasil, lideraram as mobilizações e foram as primeiras a ir às ruas pela saída do corrupto e reacionário ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ). E nas ruas permaneceram para resistir ao conservadorismo e à onda de retirada de direitos, com atos, assembleias populares, passeatas, aulas públicas e grandes mobilizações.

Estiveram nas ruas nos grandes chamados gerais de unidade dos movimentos sociais, porque reconhecendo o retrocesso que o golpista representa para a classe trabalhadora e para os mais pobres do nosso país, também compreendem que serão as mulheres, especialmente as mulheres negras e pobres, as primeiras e as mais atingidas pelo desmonte de direitos.

Mas também estiveram nas ruas pelas pautas específicas que atacam a vida das mulheres, como aquela que visa acabar com o direito ao abortamento legal (ou seja, em caso de estupro, risco de morte materna e gravidez de feto com microcefalia).

As mulheres denunciaram o golpismo que tirou da presidência por meio de um golpe parlamentar, judiciário e midiático a primeira mulher eleita presidenta da República no Brasil, acirrando a misoginia intrínseca ao patriarcado. Mas também acolheram a presidenta Dilma e estiveram ao seu lado na saída pela porta da frente do Palácio da Alvorada.

Em São Paulo, a opção pela ausência de políticas públicas para mulheres é a orientação do desgoverno tucano de Geraldo Alckmin e seus aliados. Mais do que omissão, o governo paulista é responsável pela promoção da desigualdade na vida das mulheres. Nem a epidemia de assédio no transporte público encontrou resposta política da administração tucana.

Desta forma a Executiva Estadual do PT de São Paulo convoca todos os Diretórios Municipais, Coordenações de Macro e mandatos petistas a contribuírem ativamente com processo de organização e mobilização para o ato geral do 8 de Março, na Avenida Paulista (Capital), a partir das 16h. Orientamos a militância a portar suas bandeiras e utilizar suas camisetas das Mulheres do PT e caminhar defendendo o legado dos governos petistas para as mulheres, bem como o direito de Lula ser candidato. Afinal, eleição sem Lula é fraude!

Orientamos, ainda, a construção e mobilização das atividades locais no mês de luta das mulheres em datas distintas, começando pelo ato em Campinas, no dia 4 de Março (próximo sábado).

Sem feminismo não há socialismo!

Viva às lutas das mulheres!

EXECUTIVA ESTADUAL DO PT-SP

São Paulo, 26 de fevereiro de 2018

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